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sexta-feira, 11 de março de 2016

Os corações, a linguagem do coração, entendem o silêncio.

10-3-2016

Mensagem de Arthrathon
Afonso Henriques
e S. Vicente

Transmitida a Maria Clara



Aproveita cada dia como último. 
E aceita finalmente que não  podes prender-te com quem te quer aprisionar.
Quem ama liberta.
Quem ama respeita.
Quem ama demonstra que ama, nas pequenas coisas, nos verdadeiros interesses.

Para ti, o silêncio é a maior acção. Apenas agir não reagindo. Obriga o outro ao raciocínio, ao questionamento. E isso já não é contigo. É com o outro.
Silêncio não é cobardia. É não reacção. É terminar batalhas sem nelas entrar.

É tempo de limpezas.
É tempo de renascimentos.
Fala mais alto aquele que se cala, porque o silêncio pode ser ensurdecedor.
Os corações, a linguagem do coração, entendem o silêncio.
Meditar faz-se melhor através do silêncio. Ele é a melhor meditação. 
E a mais difícil!

Esperei por mim próprio vários séculos para me resgatar. Tinha de ser feito o percurso.
O princípio e o fim dos tempos, o Alfa e o Ómega encerram-se a si próprios, tocam-se. E tudo, nada mais é que uma repetição interminável das mesmas histórias. Apenas a maneira de as vivenciar é diferente.
Tudo se repete.

É o desabrochar da Luz na sua totalidade, amando a escuridão, arrastando-a até à claridade.
E tudo o que não é luz é perdoado, independentemente da sua escolha de caminho.
Algures no Cosmos há espaço para a escuridão e para os que aí nesse caminho querem continuar. E os que se querem recuperar, como os aguardamos!
E os caminhantes e combatentes de Luz poderão finalmente descansar e viver toda a abundância, todo o Bem!

E tudo é uma faúlha no tempo e no espaço.
Tudo é ilusão. Os corpos matéria não existem. Apenas o pensamento ocupa espaço, apenas ele permite que tudo se materialize.
Mas somos todos mais que pensamento, somos Consciência.
Mas por vezes Consciência em pensamento. Confuso? Mas percebes…
Aproveita cada momento.
Aproveita cada dia.
Aproveita cada emoção.
Façam da vossa ilusão, felicidade, em função de vós mesmos e dos outros.

Transportei-me a mim próprio dentro duma caixa-ataúde sem saber que eu era aquele.
Apenas senti vontade de o proteger e aclamar…
Somos cais de desembarque e protecção. Em nós e na nossa costa pode vir quem vier por bem.

Afonso o iniciador
Vicente o vencedor.
Arth, o cavaleiro.

Sonha, sonha sempre.
Como sempre temos sonhado e concretizado.
É importante materializar sonhos  nessa dimensão em que te encontras, sabendo sempre que são apenas criação e que a qualquer momento se esfumam.


Cada pessoa tem a sua missão, a sua incumbência, mas todos têm o objectivo de tocar e despertar mais um e um e outro.
E não há insucessos, sabes.
Há escolhas. Todas elas acertadas.

E o silêncio toca melodias harmoniosas na criação.
O silêncio acerta todos os instrumentos.
O silêncio é também Verbo.

Amem-se a vós próprios e agradeçam-se pelo que já alcançaram.
Abracem-se.
Respeitem-se e perdoem-se.
Vejam como são únicos!
Sintam o vosso corpo, vejam-no como um mapa com múltiplas experiências já traçadas. E com caminhos ainda a percorrer!
Assim É!”
Arthrathon/Afonso Henriques/S. Vicente



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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Um mundo em que a ciência é espiritual e evolução, não destruição.

12-2-2016
Mensagem de S.Vicente

Transmitida a Maria Clara


“Despertar e guardar as águas; também para isso aqui estou.
Somos sempre o mesmo.
Pirâmides etéreas e materiais ao longo do oceano. A Atlântida não morreu energeticamente. Morreu sim a sua história e os percursos errantes que lá se desencadearam.
Ficaram os descendentes intra-terrenos e supra-terrenos que quiseram desenvolver novamente caminhos, de modo a que o futuro seja um reflexo limpo do passado. Sem erros, sem senhores, sem aios. Apenas iguais por escolha.
Á espera de um mundo em que a ciência é espiritual e evolução, não destruição.

Por todo o lado me encontraste.
Ressoo ainda porque continuo ligado às águas. Sejam elas marítimas ou fluviais, a descoberto ou escondidas dentro da crosta da amada Terra.
Vicente é nome de vencedor, aquele que não desiste.
Apenas mais uma demonstração da minha Mónada. Assim com a vossa, que personifica várias vivências; agora, antes e depois; vibrações diferentes.

Unam-se no caminho do Amor Maior.
Já sabem que não precisam sempre de estar juntos fisicamente. 
Mas a vossa energia amorosa chega onde querem.

Não tenham medo. Não temam a fome, só a do espírito.
Alimentem o vosso Eu de amor, de sonho, de compreensão e perdão.

E olhem os ‘corvos’, os seres escuros, na sua aparência, com compaixão. 
Eles existem para que vocês ressoem nas vossas escolhas.
Por vezes, os corvos são pombas disfarçadas.

As águas, doces ou salgadas, são parte de vocês mesmos.
Sou, agora em Nave Luz. Não numa dimensão acima e por cima de vós (céu) mas numa dimensão acima nas águas.”
Vicente


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